As voltas que o mundo dá

 

Screen Shot 2014-04-02 at 12.23.55 PMÉ a velha máxima: uma imagem vale mais do que mil palavras. O que dizer então destas três imagens?! Elas explicam muita coisa, da minha ausência aqui nas últimas semanas (perdão, queridos leitores)  à felicidade estampada na cara. Depois de um período nebuloso e incerto, o repórter volta ao seu habitat natural. No ano da Copa, chegou a vez de vestir a camisa da CBF TV!

 

“Passa aonde?”, costumam me perguntar. Na internet, no site da Confederação Brasileira de Futebol (www.cbf.com.br). “Tá gostando?”, geralmente é a segunda pergunta. MUITO! Estava com saudades das câmeras, de gravar off’s, passagens, entrevistar, viajar…. e até dos perrengues, porque jornalista é bicho masoquista e sente falta até do sofrimento. Tudo faz parte do pacote. E no balanço geral, tudo vale a pena.

 

Não se preocupem, não vou abandonar o blog! E nem vou ficar falando de futebol. Quer dizer, talvez eu até faça um post aqui e outro ali, mas o principal continua intacto: falar de tudo, conforme me dê na telha! Até porque a escrita não é só algo inerente ao meu trabalho. É a minha válvula de escape, minha cachaça. E pra isso não há cura, felizmente!

 

E pensar que, cerca de dois meses atrás, aconteceu uma situação curiosa. Vou resumir procês:

 

Estava eu em Madureira, tomando conta do quiosque de um amigo lá no parque. Estava rolando um evento de skate com grandes feras, como o meu xará Sandro Dias. E eu lá, servindo bebidas, arrumando mesas, ouvindo conversa fiada, limpando a bancada. Eis que de longe observo um repórter entrevistando o público local. Embora nunca tivéssemos conversado, lembrava dele de pautas em que estivemos juntos. Em certo momento nossos olhares se cruzaram e ele me observou com certa estranheza, ali no quiosque. Cara, naquele momento eu realmente me senti mal! Me dei conta do quanto eu estava distante da vida que eu queria, que eu sonhava. Aquilo precisava mudar.

 

Ainda bem que o mundo dá voltas.

 

Com muita força de vontade, uma dose de sorte, e o reconhecimento das pessoas certas, pude retomar a carreira. Tudo que ficou pra trás serviu de aprendizagem. E recentemente, pasmem vocês, adivinhem só quem eu encontrei novamente, dessa vez de “igual para igual”??? BINGO! O colega que me encarou espantado naquele dia.

 

Como não temos intimidade, ele olhou de novo pra mim, meio desconcertado. Mas, dessa vez, abriu um pequeno sorriso de canto de boca, como quem diz “Olha só quem voltou…”.

 

Sim, garotão, eu voltei. E dessa vez pra ficar!

 

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